Brasil, Brasil
AQUI FOI A PERSISTÊNCIA. LÁ, O CONSUMIDOR EXIGENTE
Em meados do século passado o interesse do consumidor pela TV era grande. Mas a qualidade do sinal, as regiões montanhosas, prejudicavam o crescimento do negócio. Até que um comerciante da Pensilvânia decidiu entregar o televisor de cada cliente já conectado por um cabo. Ele puxava da torre de transmissão mais próxima.
As vendas deslancharam. O nome dele era John Walson. Em 1972 um grupo percebeu que poderia mandar muito mais canais pelo cabo. Criaram a HBO e o modelo de negócio TV a cabo se tornou dominante. A transmissão aberta, por redes de antenas, ficou em segundo plano.
No Brasil, a engenharia de televisão encarou o desafio de melhorar as grandes redes por antenas. Sem assinantes, a conta ficou para os anunciantes. Muita criatividade e uma capacidade imensa de produzir conteúdo de qualidade surpreenderam o mundo. O modelo de negócio da TV aberta tem, até hoje, no Brasil, a maior praça do planeta.
O modelo com anunciante agora é a solução
O streaming chegou num limite e agora também depende do anunciante… (leia mais…)
Agências, emissoras, produtoras de filmes publicitários, promotores de vendas e eventos, formam um “ecossistema” consolidado no Brasil. Todos muito conectados entre si, com a missão de criar entretenimento para vender todo tipo de produtos e serviços. Esse é o cenário ideal para a TV 3.0.
É o ambiente ideal para o pleno desenvolvimento do T-Commerce, o Television-Commerce. O grande negócio que só a TV 3.0 pode fazer acontecer.
O Brasil adotou o padrão americano de hardware ATSC 3.0. O software foi desenvolvido aqui e gerou contribuições importantes em nível mundial.